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Como se escolhe um Papa

Por Sara Viega. Atualizado: 20 janeiro 2017
Como se escolhe um Papa

O Papa é considerado o "Sumo Pontífice romano, vicário de Cristo, sucessor de São Pedro no governo universal da Igreja católica, do qual é líder visível e pai espiritual de todos os fiéis", segundo a definição da RAE. Depois da morte ou renúncia de um Papa, este cargo eclesiástico é eleito através do conclave, uma reunião de cardeais que devem realizar um processo de votações. Se quer saber mais sobre a escolha do pontífice, não perca este artigo de umComo sobre como se escolhe um Papa.

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Reunião de cardeais

Para a eleição de um novo Papa após a morte ou renúncia do anterior, é necessário que se realize uma reunião de cardeais do mundo inteiro que se isolam na Capela Sistina do Vaticano. Isto é o que se conhece como Conclave, e com este termo podemos nos referir às pessoas responsáveis de escolher o Papa de Roma, assim como o lugar em que eles se isolam durante os dias da eleição.

Conclave

Esta reunião e processo têm lugar na Capela Sistina do Vaticano, é produzida de forma totalmente secreta e fechada ("conclave" procede do latim conclave que significa "o que se fecha com chave"). Reúnem-se cardeais que não podem superar os 80 anos de idade e que devem estar incontatáveis enquanto durar o conclave. Deverão então propor diversos candidatos para ocupar o comando da Igreja Católica e iniciar um processo de votações até conseguir uma maioria de dois terços.

Como se escolhe um Papa - Conclave

Fumaça branca ou fumaça preta

Enquanto duram as reuniões do conclave, uma grande expectação é gerada na sociedade para saber se chegaram ao consenso necessário para nomear o novo Papa. Já que os cardeais estão totalmente incontatáveis do exterior, é através da lareira como se comunicam caso o resultado da votação tenha sido positivo ou negativo. Depois de cada contagem dos votos, eles serão queimados e a fumaça resultante advertirá se existe ou não um consenso: a fumaça preta (conseguida ao adicionar palha molhada e alguns produtos químicos) não houve consenso e será fumaça branca que sinalizará a escolha do Papa.

Habemus papam!

No momento em que se tenha conseguido o consenso necessário, um dos cardeais pronunciará as palavras "Habemus papam!" desde a varanda da Basílica de São Pedro, no Vaticano.

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1 comentário
Prof. Araújo - Brasilia DF
Comentando ... O Império Romano, que poderia ter levado a efeito a fundação de um único Estado na superfície do mundo, em virtude da maravilhosa unidade a que chegou e mercê do esforço e da proteção do Alto, desapareceu num mar de ruínas, depois das suas guerras, desvios e circos cheios de feras e gladiadores. Trezentos anos lutaram os mensageiros do Cristo (até Constantino), procurando ampará-la no caminho do amor e da humildade, até que a deixaram enveredar pelas estradas da sombra, para o esforço de salvação e de experiência, e, tão logo a abandonaram ao penoso trabalho de aperfeiçoar-se a si mesma, eis que o imperador Focas favorece a criação do Papado, no ano de 607. A decisão imperial faculta aos bispos de Roma prerrogativas e direitos até então jamais justificados. Entronizam-se, mais uma vez, o orgulho e a ambição da cidade dos Césares. Em 610, Focas morre, deixando no orbe a consolidação do Papado. Dessa data em diante, ia começar um período de 1260 anos (até 1770) de amarguras e violências para a civilização que se fundava. O Papa Francisco atualmente, assumiu otimista e pressionado por regimes internos que tenta melhorar e modificar em benefício do povos, sobrevive líder e soberano do Clero católico, exigindo de cada um de nós as orações ao mais alto em seu benefício, nesse mundo de provas e danos morais.

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